ouviu com a essência
corpo do corpo
não privilegiando a mente
ouvido boca olhos nariz
pé joelho nuca unhas
entendeu de fato imediato
o sentido das palavras
e sorriu e chorou
Meu bom amigo, sou o Dom Veronezi. Como bom justo que sou, resolvi voltar às origens. Ajudo com lealdade, amizade e respeito quem também pode me ajudar. Peço apenas que ofereça sua amizade, dê-me um beijo em minha mão e me chame de padrinho.
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
terça-feira, 15 de outubro de 2013
segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Mais um dia depois do meu aniversário
foi sorrindo nuvens
que sentiu o gosto
da formalidade compulsória
em trancos e barrancos
chutando tudo que vê
vive de forma ilusória
vai criando e criando
sonhando realidade numa irrealidade
onde apenas existe memória
que sentiu o gosto
da formalidade compulsória
em trancos e barrancos
chutando tudo que vê
vive de forma ilusória
vai criando e criando
sonhando realidade numa irrealidade
onde apenas existe memória
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Le mois d'octobre
a estrada sem destino
a música com acidentes
a flor sem perfume
o clarão bem negro
o azedume muito doce
o perdido bem achado
um instante rendido qualquer
a música com acidentes
a flor sem perfume
o clarão bem negro
o azedume muito doce
o perdido bem achado
um instante rendido qualquer
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Cerveja
o que murmura afinal
senão as mesmas sandices
por debaixo dos panos
aglutinando e não sangrando
sem sujeira sem maneira
no todo imundo desconsertado
em longos indiferentes anos
senão as mesmas sandices
por debaixo dos panos
aglutinando e não sangrando
sem sujeira sem maneira
no todo imundo desconsertado
em longos indiferentes anos
sábado, 21 de setembro de 2013
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Mudo
o bico da planta
segurava uma gota
que não caía
fazia um ano
água transparente e azul
refletia todo seu tempo
ensinava o que fora
o que ainda é
no instante
entre inato e vazio
o pequeno líquido caiu
transformando o próximo amanhã
num dia de silêncio
segurava uma gota
que não caía
fazia um ano
água transparente e azul
refletia todo seu tempo
ensinava o que fora
o que ainda é
no instante
entre inato e vazio
o pequeno líquido caiu
transformando o próximo amanhã
num dia de silêncio
Assinar:
Comentários (Atom)